Nos media, quando vemos manifestações LGBT geralmente associamos aquela imagem de bandeiras arco-íris, pessoas trans com roupas coloridas, aspecto "fofinho e tranquilo", mas nem sempre é assim. Nos Estados Unidos estão a radicalizar-se e armar-se cada vez mais.
Nos Estados Unidos cresce um Movimento que poucos media falam.
Apenas quando há um tiroteio massivo numa escola ou centro comercial.
Há um movimento LGBT e extrema-esquerda armado, a crescer. Organizam no deserto eventos, sessões de tiro, entre mais.
Um novo rosto da “gun culture” americana.
Recentemente, o artigo The Hard‑Left Shooters Leading a Gun Culture Revolution chamou a atenção para um fenómeno pouco falado: o surgimento de comunidades de esquerda — muitas vezes queer, trans, antifascistas — que se assumem como parte da cultura armamentista nos EUA, reivindicando o direito de posse de armas como forma de autodefesa, solidariedade comunitária e resistência política.
Quem são?
Participantes de eventos como os chamados Brutality matches — competições de tiro com forte componente de performance, cosplay pós‑apocalíptico e estilos subculturais alternativos.
Muitos são queer ou trans, frequentemente marginalizados por identidades de género, orientação sexual, raça ou condição social. O ambiente, segundo relatos, procura ser inclusivo e acolhedor.
A organização por trás dessas iniciativas costuma advogar causas antirracistas, pró-LGBTQ+ e de justiça social; afirmam que comunidades vulneráveis também têm direito à autodefesa.
Até agora, a posse/uso de armas nos EUA esteve associada globalmente à direita — conservadores, nacionalistas, supremacistas. Mas esta nova realidade desafia esse monopólio simbólico. Ao misturar ideologia progressista com o direito à arma, estes grupos criam um paradoxo que incomoda muita gente dos dois lados:
A direita armamentista vê com desconfiança — ou hostilidade — este uso militante e identitário das armas.
Da parte de pessoas de esquerda tradicionalmente pacifistas ou antagónicas ao porte de armas, há também quem critique a legitimação da arma como meio de “autodefesa comunitária”.
Visibilidade midiática e estigma: após eventos como o assassinato de Charlie Kirk, o movimento enfrentou retórica hostil, teorias conspirativas e acusações de “violência ideológica”.
Piper Smith, em 2016 fundou o movimento "Armed Equality" (Igualdade Armada).
Eles defendem que a comunidade LGBT também tem direito à segunda emenda. A Segunda Emenda à Constituição dos EUA protege o direito do povo de manter e portar armas. Aprovada em 1791, esta emenda é frequentemente interpretada como um direito individual para autodefesa.
O tema é controverso, obviamente, nos EUA existe uma grande cultura e um negócio bilionário do armamento.
Os gays, trans, e todas as variantes de orientações sexuais LGBT+ têm direito a usar arma tal como os heterossexuais.
Mas o lado negro da moeda, quando há tiroteios e assassinato de inocentes (seja em universidades, centros comerciais, ruas), atiradores tanto são heteros como gays LGBT.
Nem todos os LGBT são "bonzinhos" também existem sociopatas e assassinos nessas comunidades, ou seja um assassino pode ter qualquer orientação sexual, independentemente do rótulo.
Existem também conflitos entre grupos rivais, por exemplo no TEXAS, comunidades LGBT armados e os da extrema-direita são grupos rivais, por vezes há conflitos armados entre ambos.
Mas isto não fica por aqui, todas as "minorias" desejam armar-se, os negros por exemplo.
A "Not Fucking Around Coalition" (NFAC) é uma milícia nacionalista negra, parte do movimento de milícias nos Estados Unidos no Kentucky. O grupo defende a libertação e o separatismo negro.
E os Estados Unidos irão ter sempre esse problema, a indústria do armamento é poderosa.
Fontes: Wired, Guns, The Globe and Mail




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