Próximos alvos de Trump: Cuba, Colômbia, Gronelândia


A tensão aumenta e avizinham-se tempos difíceis, tanto em termos de conflitos bélicos como de instabilidade económica.

Trump já deu a entender que a situação económica nos Estados Unidos é muito precária e que só será possível manter o país através da invasão e apropriação dos recursos naturais de outras nações.

A ocupação "temporária" da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro, tem como objectivo principal o controlo do petróleo.

Trump chegou a afirmar que, em breve, poderá adoptar a mesma estratégia em Cuba, na Colômbia e até na Gronelândia, rica em gás natural e terras raras.

Estamos prestes a entrar numa era negra que remete para os tempos das antigas colonizações, em que grandes potências agregavam ou ocupavam países mais frágeis ou com fraca defesa militar.

Existe, porém, um pormenor importante: a Gronelândia é território autónomo do Reino da Dinamarca, um membro da NATO. Link

Qualquer ataque directo à Gronelândia seria considerado ataque a um membro da NATO.

A reação internacional seria imediata: a NATO provavelmente entraria em defesa da Dinamarca, transformando o conflito num confronto directo entre os EUA e a Europa/NATO.

A escalada em qualquer destes conflitos provocaria também instabilidade económica, com o preço do petróleo, do gás e de metais estratégicos a disparar.


Cenários prováveis

A NATO hesita ou “acobarda-se”

Dependência militar e financeira dos EUA leva a uma resposta limitada.

Medo de confronto nuclear ou escalada com os Estados Unidos.

A NATO poderia limitar-se a protestos diplomáticos, sanções simbólicas ou exercícios militares defensivos, sem confrontar directamente os EUA.

Consequência: desgaste da imagem da NATO e aumento do isolamento diplomático e pressão política interna na Europa.


Invasão directa da Gronelândia

Improvável e quase "suicida", devido à entrada imediata da NATO no conflito.


Estratégia oculta de Trump

Combinação de diplomacia agressiva, pressão económica, utilização de empresas privadas e guerra híbrida, tudo projectado para garantir acesso aos recursos sem conflito aberto.

Resultado provável: recursos explorados ou controlados de forma indirecta, sem disparar uma guerra global.


Objectivos estratégicos de Trump

Trump não age sozinho; conta com uma equipa de conselheiros, estrategas militares e de guerra psicológica. Entre os seus objectivos mais obscuros e reais estão:

Pressionar aliados da NATO e testar os limites da aliança.

Obter acesso aos recursos da Gronelândia ou garantir contratos estratégicos sem recorrer a guerra aberta.

Criar disputas internas na Europa sobre a defesa de território distante, gerando tensão e desunião.

Rússia e China observam atentamente, testam limites da NATO e podem avançar geopoliticamente em áreas vulneráveis ou criar crises secundárias.

Por outro lado, este cenário poderá fortalecer o valor do dólar, considerado um “porto seguro” em tempos de crise, assim como a criptomoeda “Official Trump”, que já registou uma valorização cinco vezes superior e tem gerado lucros milionários para Trump e os seus aliados. Valia 60 cêntimos agora vale mais de 5 dólares.


Actualmente há cerca de 200 milhões de unidades em circulação no mercado de tokens de "Official Trump".
A moeda já valorizou 8 vezes o seu valor inicial.

Trump tem 800 milhões de tokens da “Official Trump”.
O preço passou de 0,60 USD para 5,51 USD.
Mesmo sem vender, o valor do portfólio dele aumentou significativamente.
Ou seja, ele tecnicamente lucra, porque se quisesse vender, poderia transformar essa valorização em dólares reais.

Sem vender um único token, Trump tecnicamente já ganha quase 4 biliões de dólares só com a valorização da criptomoeda “Official Trump”.

Silvio Guerrinha - Realidade Oculta


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