Tensões aumentam na maior ilha do mundo, que continua sob a mira de Donald Trump
O primeiro-ministro da Suécia anunciou que foram destacadas forças do país para a Gronelândia, onde a tensão perante as pretensões do presidente dos Estados Unidos começa a crescer, com a Europa a temer uma intervenção militar que tenha como objetivo a anexação da maior ilha do mundo.
Numa publicação feita através da rede social X, Ulf Kristersson referiu que a decisão sueca surge depois de um pedido da Dinamarca, que pretende realizar um exercício conjunto na Gronelândia, ilha que tutela.
“Alguns oficiais das Forças Armadas suecas estão a chegar à Gronelândia. Fazem parte de um grupo de vários países aliados. Em conjunto, vão preparar eventos dentro do plano de exercícios dinamarquês Operação Resiliência do Ártico”, referiu Ulf Kristersson.
De recordar que, de acordo com os acordos militares, incluindo algumas alíneas da NATO, a Suécia deve ser um dos primeiros países a defender a Dinamarca em caso de ataque.
Fonte: CNN
Não é apenas a Suécia ou a Dinamarca, mais países estão a planear uma missão conjunta, incluindo o Reino Unido, Bélgica e a Alemanha, segundo a Globo.
Um grupo de países europeus está a elaborar planos para reforçar a sua presença militar na Groenlândia para fazer frente às ameaças de anexação feitas pelo presidente dos Estados Unidos, revelou a agência de notícias Bloomberg.
O ministro da Defesa Belga afirmou à agência de notícias Reuters disse que a há necessidade de "uma operação da NATO no extremo norte", em referência ao Ártico. Link


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