Depois do conflito entre Israel/EUA e Irão, e ainda alguns ataques ao Líbano, os sionistas visam agora voltar-se contra a Turquia?
Vamos pagar outra guerra com o aumento do custo de vida, crise global, preços dos combustíveis?
Durante décadas, os planos secretos de Israel sempre foram "arrasar" todos os seus vizinhos e adversários circundantes, e os EUA sempre apoiaram abanando a cauda.
Um enorme outdoor surgiu na principal autoestrada de Telavive, colocando a Turquia no centro da campanha eleitoral do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A imagem mostrava o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ao lado dos líderes do Irão, do Hezbollah e do presidente da Câmara de Nova Iorque como adversários de Israel, sob o slogan: “Querem que Netanyahu perca. Não os deixem ganhar”.
Apenas alguns dias depois, a Turquia tornou-se também o centro do mais recente confronto militar de Israel.
Jactos israelitas atacaram a base aérea de Abu al-Dahar, no norte da Síria, visando o que as autoridades descreveram como um crescente fortalecimento militar turco que Israel considerava uma ameaça significativa.
Mas, a pouco mais de dois meses das eleições, a proximidade do ataque à mensagem da campanha de Netanyahu alimentou um debate em Israel e no estrangeiro: Netanyahu está a antecipar uma ameaça estratégica genuína ou a amplificar uma para melhorar a sua posição nas urnas?
Caso surja um conflito, obviamente Israel irá necessitar de apoio dos EUA (que provavelmente acontecerá, tal como têm tido apoio no conflito contra o Irão), acontece que a Turquia tem o dobro dos meios militares de Israel, o dobro dos militares, aviões, tanques de combate, etc.



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