Coronavírus vai dominar por Uma Década

 

coronavirus inglaterra







Especialistas afirmam que o combate ao Coronavírus vai dominar pelo menos uma Década, e identificaram uma nova variante britânica (B117) que irá varrer o mundo.

A estirpe britânica da Covid-19 desencadeou uma terceira vaga mais agressiva em vários países, nomeadamente em Portugal onde esta variante se tornou dominante, mas pode ser menos infecciosa que outra, a B117, que está a preocupar os especialistas britânicos. 

De acordo com os meios de comunicação britânicos, a variante B117, detetada originalmente em Kent, está a gerar ainda mais preocupação visto que será 70% mais infecciosa que a anterior. 

Sharon Peacoc, especialista em microbiologia e professora britânica, afirma que esta nova variante, detetada no Reino Unido e em mais 50 países, tem fortes probabilidades de "varrer o mundo", prevendo ainda que esta se tornará a variante dominante em todo o mundo. 

A chefe do programa de vigilância genética da Covid-19 no Reino Unido adianta ainda, de acordo com as suas previsões, que a batalha contra o vírus vai durar pelo menos uma década devido a estas mutações.

"Uma vez controlado [o vírus] ou se sofrer mutações para deixar de ser virulento - provocando doenças -, poderemos parar de nos preocupar. Mas, olhando para o futuro, eu acho que vamos fazer isto durante anos. Daqui a 10 anos ainda o vamos fazer, na minha opinião", explicou. 

Existem atualmente cinco "variantes preocupantes" do vírus que causa a Covid-19. Três foram identificadas no Reino Unido, outra é a variante brasileira e há ainda a variante sul-africana.

A investigação às diferentes variantes está a decorrer.


fonte CM.


Ao contrário do que algumas entidades dizem (Governos, laboratórios de vacinas, etc) a vacina pode não ser eficaz contra as novas estirpes.
Faz sentido, se o vírus cria mutações genéticas novas, seria impossível a vacina proteger contra estirpes que estão a surgir a cada dia.

A directora do Consórcio Covid-19 Genomics UK (COG-UK), Sharon Peacock, disse à BBC que:

“É inevitável que o vírus continue a sofrer mutações porque é a natureza, é a evolução. O que é preocupante é que a (B)117, a variante que temos em circulação há semanas ou meses, está a começar a adquirir novas mutações, o que pode afectar a forma como abordamos o vírus em termos de imunidade e a eficácia das vacinas”

Mutações como a Inglesa B117 e a africana B1351 permitem ao coronavírus escapar aos anticorpos desenvolvidos, seja pelas vacinas ou por infecção anterior.









Peacock, professora de Microbiologia e Saúde Pública na Universidade de Cambridge disse que “é preocupante que a (B)117, que é mais transmissível e se espalhou pelo país, esteja agora a sofrer mutações e a desenvolver esta nova mutação que pode ameaçar a vacinação”.

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