Casos conhecidos de Abdução

















Gosto muito de pesquisar e ler sobre Ovniologia (ufologia) desde jovem, tive alguns avistamentos também. Infelizmente nos dias atuais, 90% da informação online sobre ovnis (seja vídeos fake no youtube, sites sensacionalistas) são informação pouco clara, raramente invest5igam as fontes.
O objetivo de alguns sites é o sensacionalismo, títulos sensacionalistas utilizados como clickbait (isco para atrair cliques).
Neste blog apenas publico casos sérios ou eventos com grande quantidade de evidências sólidas. Portanto se não encontrar neste blog alguns casos polémicos e populares na internet ou um vídeo ovni, é porque considerei que seria fake news e não tenciono promover casos falsos.



Casos famosos de abdução extraterrestre:

Caso Travis Walton- Arizona (EUA), 1975:

Após ser abduzido por extraterrestres, Travis Walton foi sujeito ao teste do polígrafo, o qual comprovou a veracidade do seu relato.
A 5 de novembro de 1975, o lenhador Travis Walton e cinco colegas voltavam para casa quando viram uma luz vinda detrás de uma colina. Quando se aproximaram, notaram que a origem era um objeto de 6 m em forma de disco. Um raio de luz azul atingiu Walton no peito. Assustados, os amigos correram e deixaram-no para trás.

Walton esteve desaparecido por cinco dias, gerando suspeitas de ter sido assassinado.   

O relato dos amigos (principais suspeitos do crime), porém, foi confirmado em testes com polígrafo. O equipamento também validou o depoimento de Walton, reaparecido a 80 km do local do avistamento: ele teria sido abduzido por extraterrestres, que o examinaram.
Os extraterrestres foram descritos como baixinhos, de cabeça grande e com olhos ovalados. 
Vinte anos após publicar um livro sobre o episódio, Walton revelou: dentro do OVNI, ele teria sido salvo por outra raça extraterrestre, que apresentava forma humanoide, com cabelos ruivos e roupas azuis.
Travis Walton narrou a sua abdução no livro “The Walton Experience”, publicado em 1978. Em 1993, a história originou o filme Fogo no Céu (Fire in the Sky).



Caso Peter Khoury: 1992 Sidney (Austrália).












O primeiro caso aconteceu numa noite de fevereiro de 1988, Peter Khoury estava dormindo em sua cama quando sentiu algo a puxar os seus pés. Teve a sensação de pinos e agulhas perfurando o corpo e ficou paralisado. Ele viu três seres ao redor da sua cama. Eram dourados, as bocas pareciam apenas cortes e tinham enormes olhos escuros. Khoury disse estar ciente de que os seres comunicavam-se através de telepatia. Eles enfiaram uma agulha na cabeça de Khoury, que desmaiou em seguida.


O segundo caso (de 1992), mais conhecido mundialmente, contém evidências de ADN de fios de cabelo de uma extraterrestre.

A análise confirmou que o cabelo era de alguém biologicamente perto da genética humana, mas de um tipo racial incomum, um tipo oriental raro, uma das mais raras linhagens humanas conhecidas, que se encontra mais distante da linhagem humana.

A 23 de Julho de 1992, Peter foi abordado sozinho, em casa, por duas mulheres que apareceram nuas sentadas na sua cama, pelas 7h da manhã.

As mulheres, embora bonitas, tinham uma aparência estranha, olhos muito grandes e ossos maxilares extremamente largos; Khoury achou que não eram exatamente “humanas”. Ele disse ainda perceber logo que não eram humanas, pois tinham faces estranhas, com ossos faciais muito altos e olhos duas ou três vezes maiores que o tamanho normal. A loira, porém, foi a que mais lhe despertou atenção, pois tinha rosto muito comprido.

“Eu nunca tinha visto um ser humano como aquele", afirmou.










Uma era loura e outra morena, com feições asiáticas. Os seus cabelos chamaram a atenção. A loura, especialmente, tinha cabeleira irreal na textura e tonalidade. Perplexo, Khoury foi atacado e se defendeu, o que pareceu ter assustado as mulheres, que desapareceram. O homem sentiu incómodo no pénis e correu a examinar o órgão, onde encontrou os fios de cabelo louro e percebeu que tinha sido seviciado enquanto estava inconsciente, dormindo.

Esses fios foram cuidadosamente recolhidos e encaminhados para exame no Anomaly Physical Evidence Group. O resultado, por meio do processo PCR (reação de cadeia de polimerase) mostrou que a cor do cabelo era natural, sem tratamento químico e pertencia a um ser humano normal; não tinha correspondência com nenhuma etnia da Terra.
Foram encontradas cinco marcas distintivas de ADN que foram comparadas com 10 mil amostras. Marcas semelhantes somente foram encontradas em quatro amostras. As quatro pertencem a chineses de cabelos pretos.
Extraterrestres loiros(as) geralmente são conhecidos como nórdicos, pleiadianos, ou Andromedanos.

















Caso Vilas-Boas: Brasil Outubro de 1957:












Em outubro de 1957, o fazendeiro brasileiro António Vilas-Boas avistou uma estrela vermelha no céu. A luz aproximou-se, e então Vilas-Boas pode observar uma nave que pousou no campo. Ele tentou fugir com o seu trator, mas foi apanhado por um pequeno humanoide de olhos azuis.

Vilas-Boas alegou que foi levado a bordo da nave e coberto por uma substância gelatinosa. Em seguida, foi obrigado a fazer sexo com uma entidade do sexo feminino com pelos púbicos vermelhos, para que gerassem um ser híbrido humano e alienígena que fosse criado pelos extraterrestres.
Vilas-Boas então foi acompanhado para fora da nave e voltou à Terra quatro horas depois. Tinha queimaduras pelo corpo, náusea, lesões e dores de cabeça, sendo em seguida diagnosticado por um médico como sofrendo de exposição à radiação.
Vilas-Boas estudou para se tornar advogado e manteve-se fiel à sua história até morrer.




Caso Amy Rylance: Outubro de 2001, Austrália.
















Amy Rylance, na época com 22 anos, o seu marido Keith e sua amiga Petra estavam na casa dos Rylances em Gundiah, Austrália, em outubro de 2001. Petra estava acordada e às 23h15 foi até à sala, onde viu Amy sendo levada através da janela por um facho de luz em direção a uma "enorme nave".
Petra acordou Keith, no entanto, quando ele entrou na sala, Amy já tinha desaparecido. 
A cortina estava rasgada, e arbustos do lado de fora da casa estavam queimados. Eles ligaram para a polícia, que relutou em levar a queixa a sério. No entanto, cerca de 90 minutos depois, Keith recebeu uma chamada de uma mulher em Mackay, no Estado de Queensland – oito horas distante de carro de Gundiah. Ela disse que estava com Amy, que se encontrava em um hospital atordoada e desidratada. Ninguém conseguiu explicar como ela viajou uma distância tão longa num espaço de tempo tão curto.

Amy não estava com ferimentos, exceto por algumas marcas vermelhas na parte superior da perna e do calcanhar. Afirmou lembrar-se de estar deitada numa cama com seres altos inclinados sobre ela, tranquilizando-a e retirando amostras do seu corpo. Quando foi encontrada, os seus pelos corporais haviam crescido consideravelmente, sugerindo que ela ficou ausente por muito mais tempo do que as poucas horas em que foi dada como desaparecida.



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