29.10.25

Megaoperação contra Comando Vermelho no Rio de Janeiro: 132 Mortos


A operação de terça-feira (28) foi a mais mortífera dos últimos tempos.

Pelo menos 132 pessoas morreram e 81 foram presas nesta megaoperação das Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro contra a facção Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense.

Entre os mortos, estão quatro polícias, segundo informações da Polícia Civil. Há também registos de polícias e moradores baleados.

A operação dessa terça-feira foi a mais letal já registrada desde 1990 na região metropolitana do Rio pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF).

A operação envolveu 2,5 mil agentes das forças de segurança do Rio de Janeiro para cumprir cem mandados de prisão em uma área de 9 milhões de metros quadrados.

Participaram policiais militares do Comando de Operações Especiais (COE), de batalhões da capital e da Região Metropolitana, além de equipas da CORE e de todas as delegacias especializadas da Polícia Civil.

Segundo Cláudio Castro, mais de 100 fuzis foram apreendidos pelas Polícias Civil e Militar durante a operação. Uma grande quantidade de drogas também foi confiscada, de acordo com o governo do Estado.

Os confrontos entre policiais e traficantes aconteceram majoritariamente em áreas de mata, segundo o governador, mas houve tentativas de criminosos de fechar vias da região, como a Avenida Brasil.

Destaques

Os criminosos de madrugada, usaram drones para lançar bombas (possivelmente granadas) contra os polícias.

A agência de notícias Reuters afirmou que a megaoperação ocorre poucos dias antes de a cidade receber eventos que antecedem a COP30

Ler mais em: Diário de Notícias e Globo


Muitas autoridades internacionais, inclusive organizações como a ONU, criticaram o elevado número de mortos. Cervca de 4 polícias morreram, muitos criminosos do CV morreram (isso são danos colaterais obviamente, pois eles atiram a matar). A única coisa que podemos lamentar de facto, são algumas dessas vítimas que sejam cidadãos trabalhadores, moradores de favela, que tenham sido atingidos por balas perdidas.


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